“Land Art” – 5º A

No âmbito das disciplinas de EV e ET os alunos realizaram trabalhos de “Land Art” durante a saída de campo realizada no dia 23 de outubro.

  “Land Art” foi um movimento artístico pautado na fusão na natureza com a arte. Ele surgiu na década de 60 nos Estados Unidos e na Europa.

            O termo “land art”, se traduzido, corresponde a “arte da terra” e tem como principal característica a utilização de recursos provenientes da própria natureza para o desenvolvimento do produto artístico.

            Os artistas dedicados a essa estética buscavam na natureza a reflexão sobre o fazer artístico. Eles utilizavam, dentre outros materiais, folhas, madeira, galhos, areia, rocha, sal etc…

            O intuito era chamar atenção para a grandiosidade da natureza como local central de experimentação artística, bem como para a ocorrência da efemeridade dessa arte.

Digital Camera

            Importante destacar que, ao contrário da arte exposta nos museus, a land art propõe ultrapassar as limitações do espaço tradicional ao sair deles.

Assim, ela é realizada em espaços exteriores e, devido as suas grandes dimensões, só é possível conhecê-las dentro de um museu por meio de fotografias.

            Sendo a natureza o local de desenvolvimento dessa tendência da arte contemporânea, a arte pode surgir nos mais variados espaços naturais tais como campos, praias, mares, lagos, lagoas.

Os professores de EV e ET desafiaram os alunos a realizar uma “Land Art” na sua saída de campo. No local que acharam adequado e utilizando os elementos que no local encontraram, realizaram verdadeiras obras de arte.

Desenvolvimento sustentável e biodiversidade

Os alunos do 5ºA, trataram o desenvolvimento sustentável, analisando ameaças à biodiversidade e alertando para a necessidade de preservar os eco sistemas e sua biodiversidade. Na saída de campo tivemos oportunidade de observar a natureza e a necessidade de a preservar cuidando assim na nossa “Casa Comum”. Os alunos realizaram marcadores de livros com diversos animais aplicando a técnica do origami com colagens.

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Sentir a Natureza

Eu adorei a aula de campo. Foi muito divertida porque aprendemos muitas coisas interessantes e podemos conviver com os nossos amigos e os nossos professores.

Foi pena a chuva ter atrapalhado os planos da tarde, pois não podemos visitar a pedreira. Mas de resto tudo foi muito divertido. Adorei!!!

Jéssica Gaspar, nº 7

Eu adorei estar em contacto com a natureza. Na minha opinião, a aula de campo foi muito interessante, relaxante e incrível.

Joana Frias, nº 8

Sentir a Natureza

            A nossa aula de campo foi bastante interessante. Quem vive num apartamento teve a oportunidade de ouvir, sentir e cheirar a nossa bela Natureza. 

Os professores fizeram um trabalho ótimo para nos verem felizes. 

Adorei imenso esta aula de campo. Foi maravilhosa! A única coisa que me deixou triste foi não termos ido à pedreira uma vez que as condições climatéricas não eram favoráveis. 

Espero que tenhamos a oportunidade de realizar as visitas que estavam programadas para a parte da tarde. 

Nalini Almeida, nº 17, 5º B

O meu diário da aula de campo (Bruno Sousa- 5º A)

No dia 23 de outubro, durante a aula de campo, descobrimos alguns seres vivos, como por exemplo a giesta, o feto, o musgo, entre outros. 

            O meu professor de Ciências Naturais mostrou-nos um sapo bebé. Que lindo! Será que eu conseguirei ver outros animais, naquele mesmo rio? 

            A seguir fomos ao moinho que pertence ao Senhor António, que é um bom moleiro… é o senhor do moinho. Neste momento o moinho não trabalha, porque não há água suficiente. Foi a primeira vez que vi uma balança antiga. 

            Quando saímos do moinho começou a chuviscar. – Será que vai chover? – pensei eu. 

            Depois fomos lanchar. 

            Após o lanche, a minha máquina fotográfica avariou. Que azar! Pedimos ajuda ao senhor Albano e perguntámos se ele poderia compor a máquina. Ele sabe consertar coisas avariadas. E assim foi… O senhor Albano consertou a máquina. 

            Ups!!!… A minha caneta caiu quando eu queria fechar este diário.

            De seguida fomos visitar a Praia Fluvial do Trabulo, mas estava fechada, porque a praia é vigiada das 12 às 19 horas.

            – Já está a chuviscar muito.  Será que nos vamos molhar?  Será que  o autocarro vai chegar? – pensava eu. 

            Ainda visitámos o Santuário do Nosso Senhor dos Caminhos. Nesse local fizemos algumas Land Art. Entre tantas obras criadas por nós, vimos uma grande estrela feita de folhas caducas. A estrela tinha diferentes pontas Eis uma obra de arte naturalmente criada. Era uma Land Art de verdade!

            – Agora não está a chover! – exclamei eu.

            Realizámos as atividades da parte da manhã, o autocarro chegou e fomos almoçar.

            A programação da tarde foi cancelada porque as condições climatéricas não eram as mais favoráveis. 

            Que pena!!!! Perdemos uma tarde que seria de descobertas!!!